Passeando pelo meu "feed de notícias" no Facebook, vi uma imagem curiosa a qual, instintivamente, ampliei. Até mesmo para buscar dicas sobre o autor, dirigi meus olhos para onde ficam as legendas. E, como minha curiosidade ia muito além do que o nome e a nacionalidade do pensador e artista, optei por lê-la por completo.
A imagem é uma crítica/denúncia social impactante referente aos abusos sofridos pelas crianças de todo o mundo. O artista é Erik Ravelo, cubano, diretor de criação do Centro de Pesquisa e Comunicação de Benetton (conhecida empresa italiana de moda, que possui campanhas publicitárias polêmicas).
As fotos foram feitas no ensaio Os Intocáveis, onde foram produzidas uma série de fotografias que contrapõem imagens de crianças sendo crucificadas no corpo de homens que representam nossa sociedade. Pretendendo, com esta crítica, denunciar a conivência das pessoas do mundo para com os abusos sofridos por nossas crianças, as quais devemos pensar: são o futuro disso tudo.
As situações exploradas são principalmente na Síria, Tailândia, Estados Unidos e Japão. Dentre os temas trabalhados pelo artista temos escândalos que se referem à intolerância religiosa, à pedofilia, à misoginia, ao mercado negro de transplante de órgãos, ao armamento livre, à obesidade infantil fortemente estimulada pelas redes de fast-food, dentre outras.
Ainda mais chocante que a própria imagem é o nosso comodismo diante destas coisas. Não podemos achar normal, porque não é normal. Precisamos nos importar com o outro, porque o conhecimento da vida está nas relações. A proposta é que você fique chocado, indignado. O que falta para nós, em todo esse mundo, é amor. Amor ao próximo. Reflitam.
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quarta-feira, 24 de julho de 2013
sábado, 9 de março de 2013
Cube 3D Printer: a primeira impressora tridimensional doméstica
À princípio, devo me desculpar pela tamanha ausência de posts nestes últimos dias. Acontece que, neste período, tive dor miofascial, a qual é causada por esforços repetitivos e postura incorreta e, com isso, o médico pediu para que eu tomasse alguns medicamentos e evitasse alguns esforços, incluindo postar por aqui. Como já estou "melhorzinha", acho que já posso postar.
Depois da 3Doodler: desenhando em 3D, apresento-lhes agora a primeira impressora 3D doméstica do mercado: Cube 3D Printer. Esta (a qual almejo muitíssimo no momento) torna possível a impressão de qualquer objeto do seu computador ou de sua própria invenção (criatividade nas nuvens), respeitando sempre, é claro, seu tamanho.
Criada pela Cubify 3D Systems, foi eleita pela MAKE Magazine como a de mais fácil manuseio e confiável impressora 3D. Única autorizada para utilização doméstica por adultos e crianças. E, por falar em crianças, o material de impressão, filamento de plástico ABS (o mesmo usado na fabricação das peças de Lego), tem 16 distintas colorações, o que chama muito a atenção. Dentre estas, cores chamativas, neutras, fluorescentes e cintilantes. Para ter uma "noção", segue abaixo o vídeo.
Caso esteja interessado e queira comprar, você pode adquiri-la aqui, no site do próprio fabricante. Espero que tenham gostado.
quarta-feira, 20 de fevereiro de 2013
3Doodler: desenhando em 3D
Apesar das aulas terem voltado há apenas três dias, alguns professores já deram assunto. E, apesar de não gostar de Geometria (e nada que envolva cálculos), "Geometria Espacial" foi o assunto que mais me intrigou e confesso: a princípio, estou achando interessante.
Amo desenhar e resolvi pesquisar. Coincidentemente, fui parar num blog que visito diariamente, o Garotas Nerds. Lá, fiquei a par de uma, até então, novidade: a caneta que desenha em três dimensões. Isto mesmo, você pode desenhar sem nenhum papel, no ar, e tornar, de certa forma, realidade um desenho. Os caras da WobbleWorks, o Max Bogue e o Peter Dilworth, fez disso possível.
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Amo desenhar e resolvi pesquisar. Coincidentemente, fui parar num blog que visito diariamente, o Garotas Nerds. Lá, fiquei a par de uma, até então, novidade: a caneta que desenha em três dimensões. Isto mesmo, você pode desenhar sem nenhum papel, no ar, e tornar, de certa forma, realidade um desenho. Os caras da WobbleWorks, o Max Bogue e o Peter Dilworth, fez disso possível.
A ideia consiste em uma caneta que derrete um fino fio de plástico ABS (aquele usado em impressoras 3D), que é instantaneamente esfriado, tornando possível as tantas formas que podem ser tomadas no ar.
Quando em fase de arrecadação de fundos, a caneta custava um preço muito inferior ao de qualquer impressora 3D, sendo vendidas por apenas US$50. Como já ultrapassaram esta fase (chorem ç_ç), em breve as canetas serão vendidas por todo o mundo. Pra quem se interessou, fica aqui abaixo o vídeo para melhor compreensão:
Espero que vocês tenham gostado.
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